Manutenção de hidrantes: saiba como funciona

A manutenção de hidrantes é tão importante quanto um sistema de segurança eficiente! É fato que os equipamentos de prevenção e controle de incêndio são essenciais para a segurança de uma edificação. Mas a manutenção de hidrantes é igualmente importante: para funcionarem corretamente, esses equipamentos dependem de avaliações periódicas. A manutenção preventiva corrige possíveis defeitos e falhas. Por isso, são fundamentais para evitar falhas em situações de emergência. Manutenção de hidrantes: como é realizada? A manutenção de hidrantes é feita com a análise das mangueiras do equipamento. O estado de conservação é avaliado a partir do teste hidrostático T. Além disso, os manômetros passam por testes para verificar o estado de pressurização do sistema. O passo a passo da manutenção de hidrantes Quando um hidrante é submetido à manutenção, são realizados testes padrão para verificar se o funcionamento se encontra em perfeito estado. Inspeção das válvulas de fluxo: nessa etapa, são avaliadas a conservação e a limpeza dos registros de decalque. Inspeção dos acessórios: o inspetor responsável avalia, também, todo o conjunto de acessórios do equipamento (adaptadores, registros, etc). Teste do quadro de comando: nessa etapa, o conjunto moto bomba é analisado. Ao fim, o equipamento é analisado em geral. É necessário que, após passar por todas as etapas, ele esteja em perfeitas condições. As avarias decretam a substituição do extintor de incêndio. Leia também: Diferenças entre queimadas, incêndios e focos de calorExtintores de incêndio: tipos e características
Extintores de incêndio: tipos e características

Adotados em projetos de combate a incêndios, os extintores de incêndio possuem diversas variações e aplicações Compreender as diferenças entre os tipos de extintores de incêndio é necessário para garantir a aplicação correta desses equipamentos nas edificações. Confira, a seguir, como funciona a classificação. Os extintores de incêndio são adotados de acordo com a classe do incêndio: A, B, C, D e K A escolha dos equipamentos mais adequados para cada situação deve ser realizada de acordo com cada caso. Para isso, existem 5 classificações (A, B, C, D e K), que referem-se a diferentes tipos de materiais. A classe A refere-se a materiais combustíveis sólidos que queimam e deixam resíduos, como madeira e papel. A classe B é aquela que está relacionada aos combustíveis líquidos inflamáveis, como álcool e gasolina. C é formada por equipamentos elétricos, como computadores, televisões e eletrodomésticos. D consiste em metais combustíveis, como o alumínio e o zinco. A classificação K tem relação com o fogo e a gordura em cozinhas. Com a definição das classificações, há os tipos de extintores de incêndio – pó químico, gás carbônico, água pressurizada e espuma. Extintores de incêndio: pó químico Os extintores de pó químico podem ter diferentes composições. As mais comuns são BC e ABC, que tem como ativos o bicarbonato de sódio e o monosfato de amônia. Ambas composições agem por abafamento, ou seja, atuam na eliminação de oxigênio, contendo o alastramento do fogo. O tipo BC é recomendado para as classes B e C; o tipo ABC é recomendado para A, B e C. Gás carbônico O extintor de gás carbônico possui duas ações: abafamento e resfriamento. Esse tipo de extintor é eficiente contra as classes de incêndio B e C. Extintores de incêndio: água O extintor de incêndio de água age de forma contrária ao de gás carbônico. Primeiramente, a água causa o resfriamento e, posteriormente, o abafamento do fogo, devido ao grande volume de vapor produzido. Ele é adotado na classe A. Espuma A espuma age por resfriamento por conter água na composição e também por abafamento, em virtude da espuma. Esse tipo de extintor pode ser adotado em A e B, mas nunca em C, pois conduz eletricidade. Leia também… SPDA: o que é? Sua edificação precisa?